sábado, 24 de dezembro de 2016

Jantares Escola Alemã Dez2016


Jantar 14dez2016 da Escola Alemã no cinema Império. Carlos Medeiros, João Leite, Miguel, Carlos, Zé Rato, ??, Manuel Ribeiro, Pedro Gomes, Vasco Costa, Feijó, Zé Magro, Eu e Zé Borges (João Tatá tirou foto)

Almoços - Gil 1

Almoço em 15.dez2016.  na cervejaria Baleal na Baixa, com José Augusto, Infante, Jorge Coelho e Armando

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Reflexão - vários

Os episódios da banca, os disparates do Banif, do BPN, do BES e da CGD que levaram a créditos malparados e que exigem agora verbas astronómicas de capitalização e de cobertura de prejuízos, os empréstimos de favor a amigos para influenciar o sistema bancário e tantas decisões pouco fundamentadas deveriam ter assinatura, algures, deveriam ter identidade e responsabilidade anexas ao processo. Mas não, a responsabilidade fica no "sistema", esta que é a entidade mais famigerada da vida nacional, responsável pelas avarias da electricidade, as facturas erradas dos telefones, os exageros na conta do gás, os atrasos nos centros de saúde e a desordem na educação. É o "sistema".

António Barreto DN dez2016

Acto II

Finalmente temos uma versão à escala nacional do filme de Abraham Zapruder. O original, de 1963, mostrava o homicídio de um Presidente a sério. A nossa fita, realizada há dias por autor anónimo, mostra a zaragata de dois presidentes a brincar, um par de dirigentes desportivos que trocaram insultos, empurrões e cuspidelas nos corredores de um estádio. Parece fascinante, não parece? E não é. No entanto, a suprema insignificância do episódio não impediu todos os canais indígenas de passarem as imagens em modo contínuo durante horas e horas de emissão. Como as imagens são mudas, em cada canal o espectador beneficiou da ajuda interpretativa de analistas especializados, só por acaso a mesma rapaziada que regularmente aparece a "analisar" penáltis, transições ofensivas e entradas a pés juntos. Os comentários incluíram momentos de elevada densidade técnica, do género: "Homessa, nota-se perfeitamente que X está a sair da casa de banho!"; "Não diga asneiras, o que é evidente é que Y leva os braços no ar!"; "Aquilo não é cuspo, pá, é vapor do cigarro electrónico..."; "Eu percebo que você esteja nervoso."; etc. Desde segunda -feira até ao fecho desta crónica que isto se prolonga sem parança: pessoas aparentemente adultas a "debater" um assunto que não existe, com protagonistas que não existem e sob uma normalidade que não devia existir. Já sabemos que, na medida em que elegeram o sr. Trump, os americanos são ignorantes. Falta-me a palavra para definir os portugueses.

O BOM

Memórias secundárias
O primeiro concerto que vi foi o de Leonard Cohen no Dramático de Cascais, em 1985. Tinha 15 anos, cheguei sozinho e entrei acompanhado por um casal de hippies tardios. Eles eram simpatizantes, e eu devoto. Excitado e chato, massacrei-os com o "contexto" de cada canção. Em troca, ou para me calar, partilharam comigo a merenda. Foram amigos de uma noite. Não voltei a saber deles e raramente os lembrei. Talvez me relembrem agora. Ou não, tanto faz. E é isto. Sobre Cohen, muitos esgotaram os louvores. Guardarei os meus.
Alberto Gonçalves 25.11.2016

 

ntigamente, obter uma licenciatura dava um trabalhão. O estudante estava obrigado a realizar testes de inglês técnico, que depois enviava ao professor por fax ao domingo. Ou arranjava maneira de a direcção de um rancho folclórico lhe conceder "equivalências" numa série de cadeiras. Em suma, o estudante cumpria regras e esforçava-se. Hoje, o processo começa a simplificar-se: o licenciado é aquele que inclui esse facto no seu currículo, mesmo que o facto seja falso e a passagem pela universidade se resuma a uma ida apressada à casa de banho.
Alberto Gonçalves 10.11.2016

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Séries na TV

 No Discovery Channel, "Incredible Engineering Blunders", "Impossible Engineering" e "Strip the city". No canal 2 "Os homens da Fé"



sábado, 19 de novembro de 2016

Música - Capuchos

Nos Capuchos, o coro ARS Música sob a direcção do Carlos Santos silva

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Lua em Luanda

Enviado de Luanda (14nov.22.00.2016), pelo Filipe Gradil.

VetVals (15.11.2016)

Em 15.11.2016
Em pé da esquerda:Amorim, Zé Azevedo, Machado, Piedade, Orestes, LCosta e Pires
Em baixo da esquerda:
Alfredo, eu, Manuel Oliveira Mário Guerra e Luis Miranda











Bem, já que ninguém comenta, cá vai: se, nesta foto, eu tivesse de escolher "grandes jogadores", faria isso, sem dificuldade. Feriria susceptibilidades, sem dúvida. Somos assim, ansiamos que nos reconheçam como os melhores de entre os bons. Não temos capacidade de reconhecer o quão melhor podem ser os outros, quando de confrontação de capacidades pessoais se trata.

Mas, não! Prefiro, e porque é isso que hoje em dia de mais importante mantêm este núcleo, prefiro, dizia eu, escolher qual o gajo mais porreiro. E aqui é que a porca torce o rabo. Não consigo fazê-lo.

Até terça...;)

Courier Internacional



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

domingo, 30 de outubro de 2016

Reflexão - vários

Mas para que é que um cidadão se anda a sacrificar para tirar uma licenciatura, um mestrado ou um doutoramento se, depois, quando chega ao mercado de trabalho, vê que as regras do jogo estão viciadas, que as juventudes partidárias ou outras capelinhas e corporações é que decidem tudo? Onde estão os tão falados “elevadores sociais”, que deveriam permitir carreiras limpas e transparentes?

José Milhazes (Observador) sobre as licenciaturas falsas de elementos do governo PS

Dizem os políticos que o culto dos super-portugueses, desproporcionado e tolo, serve para encorajar a ralé que por aqui miseravelmente se arrasta a grandes cometimentos, que a seu tempo salvarão a Pátria. Não ocorre a ninguém que as maiores façanhas nacionais não passam de um murmúrio que só ouve uma minúscula parte da humanidade e não têm o menor efeito fora do pequeno país que por má sina nos calhou. Pelo contrário, os super-portugueses animam o indígena a viver vicariamente a glória alheia ou a fugir de cá a sete pés. Afinal Ronaldo joga no Real Madrid, Mourinho treina o Manchester United e António Guterres não é secretário da Associação 25 de Abril.

Vasco Pulido Valente (Observador)

João Lobo Antunes

 

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Reflexão - LBC (Livrarias)





Enquanto que as nossas livrarias fecham e são substituídas por moderníssimas lojas de conveniência (??), tipo hamburgueria ou loja de telemóveis, os americanos desenham e exultam as deles (desenhos no "The New Yorker").
Cá vamos, cantando e rindo!...





Reflexão - LBC












Não, não é mentira. e não estamos no primeiro de abril.
A malta é mesmo estúpida, sofre de clubite aguda - e neste caso de "Vermelhidão ruborosa com metástases generalizadas no que ainda resta do cerebelo -, com "prognóssstique" ( já não é "diagnóssstique"...), muitíssimo reservado!
Tudo é mau, desde a pergunta - Quem tem fabricado os melhores produtos de formação em Portugal? - , à resposta, passando pela forma como é formulada.
E tudo dito com ar um ar empante, formal e sério, de quem encomendou o estudo a Harvard ou a Cambridge. Enfim, o habitual país de detentores de cátedras, licenciaturas e outros, nas Universidades do "lá vai um", entre um lambimento de botas e um salto à política.
Em complemento, a cambada de génios  (a percentagem de 70% é inequívoca!...) que deu a resposta, pertence àquele espectro tão típico tuga, que fica facilmente desequilibrado logo que uma ténue linha de encarnado se lhes posta na frente.
Consola-me, finalmente, e até me dá muito gozo, contemplar a altivez e o ar sério que aquela cambada de cretinos e ignorantes pôem no comentário. Honra seja feita, e para citar um de cada, ao prof. Júlio Machado Vaz do SLB, ao dr. Rogério Alves do SCP e aos momentos de boa disposição que o Manuel Serrão (dantes...) me dava.


Ninguém me ajuda a fugir daqui??