Curioso como gostamos, hoje em dia, de histórias que, há uns anos, consideraríamos vulgares, inclusivamente próximas de uma qualquer novela brasileira. Tal o estado de decomposição do que nos é impingido e daquilo a que chegou o nosso espírito crítico. Igualmente curioso ser, a maior parte, de origem escandinava. Neste caso, dinamarquesa.
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