sábado, 24 de dezembro de 2016

Coro da OE - 80º aniversário

No youtube na comemoração do 80º aniversário da Ordem dos Engenheiros







https://youtu.be/lpeACXwMx8M

Jantares Turma IST



Jantar da turma do IST na Adega das Gravatas em Carnide em 15.12.2016. Monteiro, Jacinto, Jorge Matos, Fernando Pereira, Freitas, Hilário Cunha, Luis Mata Cristina Lajinha, António Pratas e João Cruz



VetVals - 29 Novembro 2016


 Fotos tiradas pelo Paulo Azevedo. Luis Costa, Carlos Amorim, Zé Azevedo, Jorge Infante, Jorge Orestes, Rui Cardal, Manuel Oliveira, eu, Alfredo Duarte, Mário Guerra, Manuel Piedade



Jantares Gil 2


Jantar NVLGV no Pardieiro em 19.dez.2016 com Zé Eduardo, Armando Lopes, Eu, Luis Pedrosa, Jorge Infante, Maurício Vale, Mário Carvalho, Rui Cardal e Paulo Azevedo.






Jantares Escola Alemã Dez2016


Jantar 14dez2016 da Escola Alemã no cinema Império. Carlos Medeiros, João Leite, Miguel, Carlos, Zé Rato, ??, Manuel Ribeiro, Pedro Gomes, Vasco Costa, Feijó, Zé Magro, Eu e Zé Borges (João Tatá tirou foto)

Almoços - Gil 1

Almoço em 15.dez2016.  na cervejaria Baleal na Baixa, com José Augusto, Infante, Jorge Coelho e Armando

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Reflexão - vários

Os episódios da banca, os disparates do Banif, do BPN, do BES e da CGD que levaram a créditos malparados e que exigem agora verbas astronómicas de capitalização e de cobertura de prejuízos, os empréstimos de favor a amigos para influenciar o sistema bancário e tantas decisões pouco fundamentadas deveriam ter assinatura, algures, deveriam ter identidade e responsabilidade anexas ao processo. Mas não, a responsabilidade fica no "sistema", esta que é a entidade mais famigerada da vida nacional, responsável pelas avarias da electricidade, as facturas erradas dos telefones, os exageros na conta do gás, os atrasos nos centros de saúde e a desordem na educação. É o "sistema".

António Barreto DN dez2016

Acto II

Finalmente temos uma versão à escala nacional do filme de Abraham Zapruder. O original, de 1963, mostrava o homicídio de um Presidente a sério. A nossa fita, realizada há dias por autor anónimo, mostra a zaragata de dois presidentes a brincar, um par de dirigentes desportivos que trocaram insultos, empurrões e cuspidelas nos corredores de um estádio. Parece fascinante, não parece? E não é. No entanto, a suprema insignificância do episódio não impediu todos os canais indígenas de passarem as imagens em modo contínuo durante horas e horas de emissão. Como as imagens são mudas, em cada canal o espectador beneficiou da ajuda interpretativa de analistas especializados, só por acaso a mesma rapaziada que regularmente aparece a "analisar" penáltis, transições ofensivas e entradas a pés juntos. Os comentários incluíram momentos de elevada densidade técnica, do género: "Homessa, nota-se perfeitamente que X está a sair da casa de banho!"; "Não diga asneiras, o que é evidente é que Y leva os braços no ar!"; "Aquilo não é cuspo, pá, é vapor do cigarro electrónico..."; "Eu percebo que você esteja nervoso."; etc. Desde segunda -feira até ao fecho desta crónica que isto se prolonga sem parança: pessoas aparentemente adultas a "debater" um assunto que não existe, com protagonistas que não existem e sob uma normalidade que não devia existir. Já sabemos que, na medida em que elegeram o sr. Trump, os americanos são ignorantes. Falta-me a palavra para definir os portugueses.

O BOM

Memórias secundárias
O primeiro concerto que vi foi o de Leonard Cohen no Dramático de Cascais, em 1985. Tinha 15 anos, cheguei sozinho e entrei acompanhado por um casal de hippies tardios. Eles eram simpatizantes, e eu devoto. Excitado e chato, massacrei-os com o "contexto" de cada canção. Em troca, ou para me calar, partilharam comigo a merenda. Foram amigos de uma noite. Não voltei a saber deles e raramente os lembrei. Talvez me relembrem agora. Ou não, tanto faz. E é isto. Sobre Cohen, muitos esgotaram os louvores. Guardarei os meus.
Alberto Gonçalves 25.11.2016

 

ntigamente, obter uma licenciatura dava um trabalhão. O estudante estava obrigado a realizar testes de inglês técnico, que depois enviava ao professor por fax ao domingo. Ou arranjava maneira de a direcção de um rancho folclórico lhe conceder "equivalências" numa série de cadeiras. Em suma, o estudante cumpria regras e esforçava-se. Hoje, o processo começa a simplificar-se: o licenciado é aquele que inclui esse facto no seu currículo, mesmo que o facto seja falso e a passagem pela universidade se resuma a uma ida apressada à casa de banho.
Alberto Gonçalves 10.11.2016

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Séries na TV

 No Discovery Channel, "Incredible Engineering Blunders", "Impossible Engineering" e "Strip the city". No canal 2 "Os homens da Fé"



sábado, 19 de novembro de 2016

Música - Capuchos

Nos Capuchos, o coro ARS Música sob a direcção do Carlos Santos silva

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Lua em Luanda

Enviado de Luanda (14nov.22.00.2016), pelo Filipe Gradil.

VetVals (15.11.2016)

Em 15.11.2016
Em pé da esquerda:Amorim, Zé Azevedo, Machado, Piedade, Orestes, LCosta e Pires
Em baixo da esquerda:
Alfredo, eu, Manuel Oliveira Mário Guerra e Luis Miranda











Bem, já que ninguém comenta, cá vai: se, nesta foto, eu tivesse de escolher "grandes jogadores", faria isso, sem dificuldade. Feriria susceptibilidades, sem dúvida. Somos assim, ansiamos que nos reconheçam como os melhores de entre os bons. Não temos capacidade de reconhecer o quão melhor podem ser os outros, quando de confrontação de capacidades pessoais se trata.

Mas, não! Prefiro, e porque é isso que hoje em dia de mais importante mantêm este núcleo, prefiro, dizia eu, escolher qual o gajo mais porreiro. E aqui é que a porca torce o rabo. Não consigo fazê-lo.

Até terça...;)

Courier Internacional



quinta-feira, 10 de novembro de 2016