17 a 19 de Maio de 2019
Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho a certeza absoluta. (Einstein) But the tune ends too soon for us all (Ian Anderson)
sexta-feira, 19 de julho de 2019
VetVals - Carta ao Alfredo Duarte (a marquise...:)
Alfredo, fiquei estupefacto, incrédulo com o que li.
Não quis acreditar, contrariamente ao outro daquela série tão famosa dos anos 90, apelidada de Ficheiros Secretos.
Não, não pode ser verdade! Estes boatos não podem ter fodamento, perdão, fundamento. Ele não pode ter feito a marquise! E muito menos virada para aquele estádio. Ainda se fosse para aquela vista que se desfruta (sem fruta…) do do SCP! Agora, aquele!…
As duas iniciais do teu nome ( Al, símbolo químico do alumínio…) nunca deverão ser abusivamente utilizadas para outros fins! E medidas deverão ser tiradas, perdão, tomadas, para que o teu nome não venha a ser arrastado por qualquer um, seja empreiteiro, sub-empreiteiro, caixilheiro, serralheiro, etc.
Não, recuso-me a ler nas entrelinhas destas missivas, mesmo que elaboradas por filiados no mesmo clube e inquisidoramente elaboradas hoje em mails ou papel, mas amanhã noutro material, como PVC…
Fiquei, como calculas, estilhaçado, qual vidro duplo contraído num caixilho que o comprime sem o deixar expandir.
Ao fim destes anos todos, mais do que os dez que o meu homónimo (aliás, homógrafo…) encarnado diz na canção, não me conformo com a forma como te tratam nem com a fôrma em que te querem meter. É necessário ter força (…), calcular (…) e estruturar (…) a defesa, pôr o tom (…) e a cor (…), não permanecer isolado (…), superar (não é soprar como se faz no vidro!) este pequeno incidente que, à imagem de outros, e noutros cenários (como no ginásio), uma entidade superior põe no nosso caminho (ou na varanda…) para ver se a sabemos (des)montar.
Lembrei-me de ti quando te conheci em dezembro de 1988 e não pude deixar de reflectir sobre o que foram estes 30 anos de convívio, de amizade, de pagamento de quotas, de constantes apelos ao cumprimento daquele pagamento, de pedidos de contactos de especialidades de engenharia, de esclarecimentos de dúvidas sobre isolamentos e perfis diversos, etc.
Se eventualmente precisares de testemunhas para, sei lá, um hipotético processo jurídico, já sabes: tens lá malta a dar com um pau para te poder ajudar :):):).
Boa noite, vou dormir!
Não quis acreditar, contrariamente ao outro daquela série tão famosa dos anos 90, apelidada de Ficheiros Secretos.
Não, não pode ser verdade! Estes boatos não podem ter fodamento, perdão, fundamento. Ele não pode ter feito a marquise! E muito menos virada para aquele estádio. Ainda se fosse para aquela vista que se desfruta (sem fruta…) do do SCP! Agora, aquele!…
As duas iniciais do teu nome ( Al, símbolo químico do alumínio…) nunca deverão ser abusivamente utilizadas para outros fins! E medidas deverão ser tiradas, perdão, tomadas, para que o teu nome não venha a ser arrastado por qualquer um, seja empreiteiro, sub-empreiteiro, caixilheiro, serralheiro, etc.
Não, recuso-me a ler nas entrelinhas destas missivas, mesmo que elaboradas por filiados no mesmo clube e inquisidoramente elaboradas hoje em mails ou papel, mas amanhã noutro material, como PVC…
Fiquei, como calculas, estilhaçado, qual vidro duplo contraído num caixilho que o comprime sem o deixar expandir.
Ao fim destes anos todos, mais do que os dez que o meu homónimo (aliás, homógrafo…) encarnado diz na canção, não me conformo com a forma como te tratam nem com a fôrma em que te querem meter. É necessário ter força (…), calcular (…) e estruturar (…) a defesa, pôr o tom (…) e a cor (…), não permanecer isolado (…), superar (não é soprar como se faz no vidro!) este pequeno incidente que, à imagem de outros, e noutros cenários (como no ginásio), uma entidade superior põe no nosso caminho (ou na varanda…) para ver se a sabemos (des)montar.
Lembrei-me de ti quando te conheci em dezembro de 1988 e não pude deixar de reflectir sobre o que foram estes 30 anos de convívio, de amizade, de pagamento de quotas, de constantes apelos ao cumprimento daquele pagamento, de pedidos de contactos de especialidades de engenharia, de esclarecimentos de dúvidas sobre isolamentos e perfis diversos, etc.
Se eventualmente precisares de testemunhas para, sei lá, um hipotético processo jurídico, já sabes: tens lá malta a dar com um pau para te poder ajudar :):):).
Boa noite, vou dormir!
quarta-feira, 17 de julho de 2019
Desporto - Jonas! E o resto?
Sublinhados no texto de Miguel S. Tavares a reter!
sexta-feira, 12 de julho de 2019
quinta-feira, 11 de julho de 2019
domingo, 7 de julho de 2019
filmes - Das schweigende Klassenzimmer

Auf Deutsch, über die Zeit vor dem Bau der Berliner Mauer. Über menschliche Beziehungen, Verrat, Ethik, Mitschuld.
Ich fühlte mich viel Nostalgie, die Schulumgebung zu sehen...:(
quinta-feira, 4 de julho de 2019
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Veteranos Valsassina (oldies)
Confesso que não sei que tipo de nostalgia é esta. Recordo-me do que disse um dia o Henrique Marques e, mais tarde, o Álvaro Mendes, há muitos anos: "você (tu) nasceu na geração errada".
Deve ser isso que me leva a estar, sempre que me convidam, com este grupo.
Deve ser isso que me leva a ter um tremendo gozo neste tipo de tertúlias para que me fazem o favor de convidar. Este grupo de pessoas, mais velhas é certo, com outras experiências, mas a que - de uma forma ou de outra-, fiquei ligado, e que me ensinaram indirectamente tanta coisa, que me dão um tremendo gozo, gozo que, nos tempos que correm, é cada vez mais escasso nas tertúlias do "meu tempo", este grupo de pessoas, dizia eu, tem de ser preservado e gozado sempre que eu puder. Por que é de verdadeiro gozo que se trata, o de saborear o momento! E ele vai escasseando...
É certo que há diferenças! A ligação ao Carlos Poppe e ao Álvaro são completamente diferentes da ("ausência de") ligação que tenho ao João Raimundo ou ao Almeida Henriques. Mas lembro-me dos relatos que o Álvaro fez o favor de me contar há 30 anos e que eu verti para escrita, e onde eles - e outros- constam :).
Quanto ao Luis Briz, ele era uma das estrelas da equipa do Técnico quando éramos adversários há 40 ou 45 anos. Mais tarde jogámos ainda alguns anos nos Vetvals. E daí também uma relação diferente.
Mas que me perdoem os "da minha geração". Estar e falar com a generalidade destes da geração anterior, é completamente diferente de estar e falar com a grande maioria dos actuais.
Efectivamente, nasci na geração errada!...



Deve ser isso que me leva a estar, sempre que me convidam, com este grupo.
Deve ser isso que me leva a ter um tremendo gozo neste tipo de tertúlias para que me fazem o favor de convidar. Este grupo de pessoas, mais velhas é certo, com outras experiências, mas a que - de uma forma ou de outra-, fiquei ligado, e que me ensinaram indirectamente tanta coisa, que me dão um tremendo gozo, gozo que, nos tempos que correm, é cada vez mais escasso nas tertúlias do "meu tempo", este grupo de pessoas, dizia eu, tem de ser preservado e gozado sempre que eu puder. Por que é de verdadeiro gozo que se trata, o de saborear o momento! E ele vai escasseando...
É certo que há diferenças! A ligação ao Carlos Poppe e ao Álvaro são completamente diferentes da ("ausência de") ligação que tenho ao João Raimundo ou ao Almeida Henriques. Mas lembro-me dos relatos que o Álvaro fez o favor de me contar há 30 anos e que eu verti para escrita, e onde eles - e outros- constam :).
Quanto ao Luis Briz, ele era uma das estrelas da equipa do Técnico quando éramos adversários há 40 ou 45 anos. Mais tarde jogámos ainda alguns anos nos Vetvals. E daí também uma relação diferente.
Mas que me perdoem os "da minha geração". Estar e falar com a generalidade destes da geração anterior, é completamente diferente de estar e falar com a grande maioria dos actuais.
Efectivamente, nasci na geração errada!...
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