Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho a certeza absoluta. (Einstein) But the tune ends too soon for us all (Ian Anderson)
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Dara O'Briain sobre "Quackery"
sábado, 27 de junho de 2015
Reflexao-LBC (Desporto-Telma Monteiro)

Vi e ouvi, há momentos, o habitual comentário de Luis Marques Mendes na SIC. Iniciou-o, salientando a qualificação da seleccao sub-21 para a final do Campeonato do Mundo, e a vitória de um motociclista numa prova internacional.Pois, foi pena não se ter referido a mais uma medalha, e desta vez de ouro, da Telma Monteiro. Porque será que não se referiu? Porque não lhe deram essa informação? Porque não era futebol? Porque o judô é um desporto de terceira? Não sei, mas confesso que me incomoda terem os comentadores dois pesos e duas medidas para notícias como esta.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Patrick Macnee
Estrela da série de espionagem dos anos 60 "Os Vingadores" tinha 93 anos.O actor britânico naturalizado norte-americano Patrick Macnee, estrela da série de espionagem dos anos 1960 "Os Vingadores", morreu esta quinta-feira aos 93 anos na sua casa de Rancho Mirage, no deserto californiano.
Daniel Patrick Macnee morreu de causas naturais, rodeado da família, segundo um comunicado divulgado no seu site oficial.
Internacionalmente celebrizado entre 1961 e 1969 naquela série de culto como o fleumático espião John Steed, de fato de três peças e chapéu de coco, o actor fez sempre questão de frisar que a sua personagem nunca usou uma arma para se defender, valendo-se apenas da sua enorme habilidade com guarda-chuvas para se proteger em situações de perigo. (do blog de João Lopes)
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Reflexão-LBC (a moda da comida diferente)
Mais uma das maiores trapaças dos nossos tempos; a "boa forma", o "emagrecimento", a via "light". E então, instituições como o Celeiro, publicam "testes" como este. Hilariante, e apenas para menores de mente! A pontuação que se propõe é elucidativa da charlatanice que está lá, escondidinha!
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Reflexão (LBC)-Courier
Um dos artigos no último Courier International, sobre a trapaça, desta vez num dos campos onde se esperaria menos, no das Ciências...
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Reflexão-LBC (António Manuel Baptista)

António Manuel Baptista (AMB) foi uma das personagens televisivas de antes do 25 de Abril que, contrariamente aos locutores e congéneres, sempre mediáticos, mais passou despercebido. Mas lembro-me bem dele e dos seus programas de divulgação científica.E lembro-me agora, bem mais recentemente, através dos livros "O Discurso pós-moderno" e "Crítica da razão ausente", da polémica tida com um congénere académico, da área da Sociologia, que persiste e insiste em ter um protagonismo que, pelo que sei, lhe é indevido. Não me pareceu que a personagem em questão merecesse dois livros, e "o tempo de antena" que lhe foi concedido, mas como ele (AMB) assim entendeu, e no mundo académico mais ninguêm ousou enfrentar esse outro (como é possível??), compreendo-o perfeitamente.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Reflexão (LBC) - OVO sport
Uma perdição, uma degustação, um verdadeiro "memento" que o LF me traz, sempre, das terras helvéticas. Entre outras coisas, claro está! :)
segunda-feira, 15 de junho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
Reflexão-LBC (cartoon - The Economist)
É sempre com uma grande alegria e regozijo e satisfação e etc. e outras palavras acabadas em eijo, incho, e onho que confirmo o empenho dos líderes, mundiais e entreportas, na saúde da Malta!(Cartoon de The Economist)
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Reflexão-João Miguel Tavares no Público
... Claro que, hoje em dia, Sócrates já não é defendido da mesma maneira, mas as reacções à sua decisão de recusar a pulseira electrónica foram sintomáticas daquilo que vai no interior dos articulistas que sempre sentiram simpatia por ele. De Miguel Sousa Tavares a Daniel Oliveira, de Nicolau Santos a Pedro Marques Lopes, fartei-me de ouvir e ler elogios à opção de Sócrates, seguindo uma linha de argumentação que reforça a mitologia do "animal feroz" e do político que quebra mas não torce, como se ele fosse um Churchill do Alto Alentejo em vésperas da Batalha de Inglaterra.
Escreveu no Expresso Nicolau Santos, num artigo vitaminado com versos heróicos de Rudyard Kipling: "Goste-se ou odeie-se José Sócrates, há um mínimo que se deve a um homem: respeito pela sua dignidade, pela sua coerência e pela sua coragem." Também no Expresso, Daniel Oliveira colocou a "coragem" de Sócrates nos píncaros: "o que obriga as pessoas, independentemente das suas convicções sobre a culpa ou inocência de Sócrates, a reconhecer-lhe pelo menos essa qualidade". Ora, parece-me extraordinário que duas pessoas inteligentes não se apercebam dos perigos de uma argumentação 100% carismática, onde coerência e coragem surgem como qualidades puras, sem qualquer ligação à culpa ou à inocência. Caros Nicolau e Daniel: desligadas da sua dimensão moral, a coerência e a coragem não só não são qualidades, como podem ser terríveis defeitos, próprios dos fanáticos.
O mesmo Expresso onde trabalham Nicolau Santos e Daniel Oliveira distribuiu recentemente a história da Segunda Guerra Mundial de Martin Gilbert. Deitem uma espreitadela: do kamikaze ao oficial japonês que abre a barriga com um sabre, para evitar a rendição, passando pelo nazi que se suicida com cianeto, o que mais há por ali são homens corajosos e coerentes. Digam-me: devemos elogiar essas suas qualidades, "independentemente da culpa ou da inocência"?
quinta-feira, 11 de junho de 2015
reflexão-Christopher Lee
Não sei em que ano, o meu avô (Ernst Emil Richard) Schmidt, cidadão alemão nascido na Alemanha em Konigsberg, e casado em segundas núpcias com a minha avó Aida, membro, em Portugal, durante a guerra, da Abwehr, levou-me num dos seus sempre enormes Mercedes, ao cinema. Fomos ver, então, o Fu Manchu ao Avis. Conhecia, na altura, o "dono do cinema", o Tenente Favita. Nunca esquecerei, já que no intervalo decidi vir cá fora, e lembro-me perfeitamente das caras das pessoas a olhar para um menino, já na altura pequeníssimo, com 7 ou 8 anos, a ver um filme para não sei que escalão etário, mas certamente para mais de 18!
Lembro-me da minha avó me perguntar, já no carro, qual a minha opinião sobre o filme. E lembro-me da minha resposta: tecnicamente gostei! Repetiu-a ao meu avô: "estás a perceber? Técnicamente gostou"
Isto tudo a propósito da morte de Christopher Lee. Sempre um "second actor" nos diversos filmes, fosse no 007 ou no senhor dos Anéis. Com uma figura imponente e uma voz inconfundível, é mais um de que vamos ter saudades. E nos tempos que correm, já não se escolhem, nem vozes, nem dicções, nem nada! Apenas se se é bonitinho/a...
The Economist (13.06.2015)
...It helped that, even when he was offscreen, Lee seemed so formidably classy. Here was a man who could speak five languages, who served as an RAF intelligence officer during the second world war, and who was happily married to a Danish model and painter, Birgit Kroencke. He was also a step-cousin of James Bond’s creator, Ian Fleming, and quite apart from co-starring in a Bond film, he had a 007-like mix of the archetypally British and the exotically European: born in Belgravia, his father was a Boer War lieutenant, his mother was an Italian contessa, and he attended school for a while in Switzerland. Suffice to say, they don’t make ‘em like that any more...
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Tempos difíceis (Reflexão-LBC)
Reflexões (Vários)
E Miguel Sousa Tavares e Henrique Monteiro a propósito do Sporting CP





